Sou mãe de um garoto gay e a partir de que soube disso, pois ele me contou, pensei: meu filho tem família e receberá todo o apoio que ela possa lhe dar, ou até mais.
Como disse o amigo B'to Lofer: "...muitas vezes de modo "fatalista", como ter um filho/a homossexual fosse uma "fatalidade" e, diante desta "tragédia", pais/mães precisariam aprender a "se conformar" e a lidar com a "vergonha e a dor de terem filho/a homossexual (ou travesti/transsexual)". E se o filho for afeminado ou a filha for uma lésbica masculinizada, vixe, tragédia em dobro..."
Para mim não é e nunca será assim, prefiro ficar longe desse lenga-lenga, e verdadeiramente ajudar meu filho, e por extensão poder ajudar outros jovens.
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